segunda-feira, 9 de outubro de 2023

Sessão 02: Explorando a Pousada Repouso do Dragão

 Recepcionados por Runara, nossos personagens conheceram a localidade da Pousada Repouso do Dragão e seus moradores, formados majoritariamente por kobolds. Divah reconhece a estátua da forma humana de Bahamut na chegada ao Repouso do Dragão, um senhor com 7 canários pousados em seus ombros e braços, que representam os 7 dragões de ouro que acompanharam Bahamut.

 Com o tardar da hora, todos se dirigiram ao refeitório, e foram informados que a cada dia um dos habitantes de Repouso do Dragão é o responsável pela cozinha, e o dia era de Varnoth. Em meio à cochichos dos kobolds, o grupo descobriu que o melhor cozinheiro parece chamar-se Tarak. O grupo de aventureiros aproveitou o jantar para conhecer melhor cada um dos poucos moradores: Runara, a Draconata de Bronze; Varnoth, uma ex-general de um grupo mercenário chamado Lobos Índigos; Tarak, que aparenta ser o curandeiro local; Myla, uma kobold alada; e os kobolds Agga, Blepp, Frub, Kilnip, Laylee, Mumpo, Rix e Zark.

 O jantar feito por Varnoth era nutritivo, ensopado de peixe com ervas e mexilhões, que estava um pouco cozido além da conta, desmanchando na boca e parecendo mais um sopão de peixe. Nada muito apetitoso, mas alimentou bem o grupo. Durante o jantar, ouviram de Tarak sobre uma caverna na ilha que era habitada por Miconídeos, local que ele sempre visitava atrás de cogumelos para preparar algumas poções.

 Após o jantar, Runara os levou até à biblioteca, que é um local amplo, com várias estantes de livros, mas que tem espaço suficiente para o grupo poder dormir com tranquilidade e espaço, além de alguma privacidade, uma vez que é um dos poucos locais com portas que podem ser fechadas na pousada.

 Dentro da biblioteca, sozinhos, resolveram investigar o local por 30 minutos atrás de livros com informações sobre o Culto do Dragão, magias e também procuraram por portas secretas. Após bastante procura não encontraram passagens secretas, mas acharam dois livros com informações interessantes. 

 Presto encontrou um livro sobre a deusa Mystra, chamado de Praga Mágica, em que descrevia sobre um período de tumulto e transformações da história do continente de Faêrun e da morte da deusa Mystra, assassinada por Cyril em 1385, ano da Chama Azulada, fato que causou a praga mágica, que durou 10 anos e trouxe mudanças e devastações aos usuários de magia. Passou pela cabeça de Presto que, talvez, essa Praga Mágica pode estar diretamente relacionado a falha da viagem de volta ao seu mundo e de seus amigos. Porém chegou a conclusão que além da variação do espaço, também transitaram pelo tempo, chegando em Faêrun quase um século depois da Morte de Mystra. Presto receia que se algum dia voltarem ao seu mundo, talvez voltem para tempos à frente após os ocorrido.

 Presto, à princípio, decide não compartilhar suas descobertas com seus amigos, uma vez que não tem certeza de seu raciocínio, mas isso diminuiu bem sua vontade de retornar e começa a aceitar mais sua presença neste novo mundo.

 Hank procurou bastante por algo sobre o Culto do Dragão, e acabou encontrando um livro chamado Tomo do Dragão, escrito por Sammaster, onde tem sua tradução do que acredita ser uma profecia dos anos vindouros: E nada sobrará dos tronos destruídos, nenhum governante, somente dragões mortos governarão o mundo inteiro. Ao ler essa profecia, Hank teve certeza de que estava diante de algo sobre o Culto do Dragão. Porém ao observar o resto do livro, encontrou-o quase que completamente censurado e faltando 3 (três) páginas.

 Intrigado, levou o livro para Presto, na esperança que o jovem feiticeiro fosse capaz de ajudar. Presto se recobrou do que encontrara antes, e olhou o livro que Hank trouxera. Pensou e decidiu tentar usar de magia para conseguir ler as partes censuradas do livro. Ao conseguir retirar a tinta que censurava, Presto e Hank se viram diante de vários rituais que envolviam dragões e suas tentativas de torná-los em Dracoliches (Dragões Mortos-Vivos).

 Ao terem certeza do achado, Hank e Presto buscaram fazer algumas anotações e devolveram, magicamente, as censuras ao livro e guardaram-no na estante. Agora desconfiavam se os habitantes do Repouso do Dragão estavam envolvido com o Culto do Dragão, porém não havia certeza alguma nisso.

 No dia seguinte, primeira manhã no Repouso do Dragão, durante o desejum, o grupo teve a oportunidade de conversarem com Varnoth, que lhes disse que recentemente navios tem chocado com as pedras próximas à uma pequena península da ilha, onde há algum tempo naufragou o Navio Rosa dos Ventos. Desde então as atividades dos zumbis tinham crescido na ilha.

 Após o desejum, Runara os convidara a conhecer o templo dedicado à Bahamut, onde uma grande estátua do dragão de platina chamava a atenção de longe, inclusive sendo algo que observaram ainda no navio em que chegaram. Após conversarem com Runara, em que fizeram perguntas sobre Bahamut, Tiamat e o Culto do Dragão, perceberam que Runara parecia ser confiável, e mostrou desprezo ranço quanto à Tiamat e o Culto do Dragão.

Tarak, o curandeiro

 Em seguida decidiram que, talvez seria interessante encontrar Tarak e ir conhecer a tal caverna dos miconídeos. Contudo, ao se dirigirem para sair do Repouso do Dragão, se depararam com Tarak e Bleep, feridos, fugindo de zumbis que subiam em direção à pousada (algo que não faziam até então).

 Todo o grupo resolveu ajudar e confrontaram mais uma vez os zumbis, que agora estavam em uma quantidade um pouco maior do que da última vez que lidaram com tais mortos-vivos. Com um pouco mais de dificuldades, sobrepujaram a ameaça e salvaram Tarak e Bleep, além dos demais moradores do Repouso do Dragão. Neste momento, Runara dirige-se à Divah e lhe suplica que investiguem os naufrágios que tem ocorrido na península da encosta da ilha, próximo ao antigo naufrágio do Rosa dos Ventos. Enquanto isso, Tarak e Bleep vão receber cuidados sobre seus ferimentos.

 O grupo resolve que as cavernas dos miconídeos terá que esperar, e atendem o chamado de Runara, porém Erik resolve fazer uma solicitação: gostariam de ficar com o livro Tomo do Dragão. Porém a solicitação de Erik foi um tanto desajeitada e Runara, desconfiada, pede que primeiro investiguem os naufrágios, que depois conversam mais sobre o Tomo do Dragão.

Tomo do Dragão

Sessões 14 e 15: Tocaia no Moinho e a Invasão do Forte

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