segunda-feira, 6 de maio de 2024

Sessão 06: Quanto mais quente, melhor!

 Conforme entram na caverna indicada por Hipsik, os aventureiros percebem que ela é a que mais cheira a enxofre, que não há bioluminescência dentro dela e possui uma luz amarelada ao fundo de uma cortina de fumaça e que não há crescimento de fungos nesta caverna, apenas cristais crescendo por todas as paredes.

 Em meio à fumaça, surgem 3 (três) Dragonetes de Fumaça, criaturas que já foram enfrentadas anteriormente, só que agora dentro de um espaço confinado, dificultando as fugas das baforadas de fumaça quente delas. Ainda sim, já tendo ciência de como melhor enfrentá-las, os jovens aventureiros não encontram tantas dificuldades em sobrepujá-las, e logo partem para terminar de investigar a caverna, buscando a origem do mal que assola os Miconídeos.

 Logo percebem que a fumaça de enxofre que ocupa todo o ar, sai de pequenas fendas no chão e entre os cristais, aparentando ser algo natural do local, e percebem que provavelmente já era assim, só que havia alguma "válvula" de escape da fumaça. 

 Hank, observando a origem da luz amarelada, chega à um cristal grande e disforme, emanando a luz, como se houvesse fogo dentro dela. Curioso, percebeu que provavelmente é um cristal colocado lá, ocupando a provável saída de ar. Resolve então tirar com as mãos o cristal deste local, porém tem dificuldades e quase que queima as mãos, pois o cristal é bem quente.

 Presto resolve tentar congelá-la com seu raio congelante, para tentarem esfriá-la e conseguirem retirá-la do lugar. Porém, o cristal, com o choque térmico, estilhaça-se, liberando de dentro dele uma Cobra de Fogo e mais dois Dragonetes de Fumaça. Com a passagem aberta, houve um efeito exaustor na caverna, com uma corrente de ar levando a fumaça para fora da caverna.

A Cobra de Fogo avança sobre os aventureiros

 Apesar do susto com tal criatura ígnea, os aventureiros acabam por não ter dificuldades em enfrentá-la, apenas Barbs ficou um pouco queimada com o fogo liberado pela cobra, e os dragonetes, mais uma vez, rapidamente foram sobrepujados.

  Após o embate, Barbs recolheu os pedaços do cristal estilhaçado, que pareciam mais pedras obsidianas muito quentes e amareladas (talvez pelo calor), em um total de 6 (seis) pedaços. Ao saírem desta caverna, encontram com um miconídeo, suspeitando ser Hipsik, o tratam por esse nome, mas era Enok.

 Enok se identifica, e diz à eles que Sinensa acordara e que solicitava a presença deles. Em uma conversa amistosa e de agradecimento, Sinensa entrega 6 (seis) cogumelos coração (que Tarak sempre busca na caverna) e um cogumelo chamado Morchela Rubi. Presto reconhece ambas e sabe que podem ser usadas para fazer poções de cura e elixir da saúde, respectivamente. Sinensa também informa que o problema da fumaça começou após uma visita de um estranho à caverna deles, era um Draconato Azul, que ele nunca mais vira.

 Intrigados, os aventureiros agradeceram as informações e os cogumelos, e solicitaram realizar um descanso enquanto a maré abaixa. Pedido prontamente aceito por Sinensa. 

Dois ursos-corujas atacam os aventureiros

 Após este curto descanso, seguiram de volta ao Descanso do Dragão, porém, ao saírem da caverna dos Miconídeos, observaram que o céu estava cheio de nuvens alaranjadas em cima da ilha, e durante o trajeto de volta, devem ter entrado em algum território de dois ursos-corujas, monstruosidades bem territorialistas, que atacaram os aventureiros. Os aventureiros se surpreenderam com o ataque e reagiram em defender-se, porém não tiveram muito trabalho em lidar com tais monstruosidade. 

 Chegando ao Descanso do Dragão, foram até Tarak, informando à ele o ocorrido e entregando-lhe os cogumelos. Tarak agradecido com a quantidade de cogumelos coração que trouxeram deu-lhes uma poção de cura e prometeu-lhes outra em 3 (três) dias como pagamento, e se ofereceu para fazer à eles o elixir da saúde com o Morchela Rubi que conseguiram, que ficará pronto em 4 (quatro) dias, tudo dentro do prazo que ficarão na ilha.

 Em seguida procuraram por Runara, encontrando-a no Templo de Bahamut. Observaram que ela olhava as nuvens com um ar de preocupação. Conversaram com ela e fizeram perguntas sobre as nuvens e sobre um Draconato Azul. Evasiva, Runara procurou saber mais sobre o que eles descobriram nas cavernas dos Miconídeos e pediu-lhes um tempo para investigar o que está acontecendo. Solicitou duas pedras obsidianas que encontraram, e disse que depois devolvia, elas agora estavam escuras. Entregaram e deixaram Runara à sós com Divah, que se juntou à Runara em uma reza à Bahamut e tentou extrair um pouco mais de informações com ela, porém sem sucesso. Runara apelou para que Divah confiasse na fé de ambas em Bahamut e que ela traria mais respostas em alguns dias.

 Após essa sessão, os aventureiros atingiram o 3º nível, em que a maioria dos jogadores terão que decidir que caminho seguirão com seus personagens.

Sessões 14 e 15: Tocaia no Moinho e a Invasão do Forte

 Já dentro do templo, os moradores ali refugiados do ataque gritaram em pânico, pois acharam que os invasores eram os saqueadores e não os a...