Astalagan e Lenniton lutavam ferozmente, mesmo Lenniton (Dragão Azul Adulto) sendo menor que Astalagan (Dragão de Bronze Ancião), levava vantagem por conseguir voar e realizar ataques ao ancião sem asas.
Enquanto isso, dentro das ruinas do observatório, Fazfaísca, mesmo ferido, seguia com o ritual, e desta vez resolveu trocar de plano: ao invés de usar Aidron como sacrifício, ele usaria o próprio Astalagan, pois sua condição física de não voar facilitaria o serviço e a força de um sacrifício de um dragão ancião faria com que Lenniton alcançasse a última etapa de crescimento e empoderamento. Direcionou a energia do orbe para drenar a vida de Astalagan. Porém, ele não esperava que Astalagan conseguisse interferir neste sacrifício, fazendo o orbe sugar Divah, colocando-a no centro do do poder que o orbe roubava dele, passando pouco poder para Lenniton.
Em um último esforço, Astalagan atacou Lenniton, atingindo-o no rosto, causando um grande ferimento próximo ao olho esquerdo do dragão azul adulto. Lenniton se afastou de Astalagan, voou mais alto, olhou com desprezo para ele e para os demais e decidiu ir embora, abandonando Fazfaísca e os Kobolds que à ele prometeram lealdade.
Sendo amplamente atacado, Fazfaísca resolve lançar mão de uma cura que aprendera nos anos de estudo, recitou uma magia necromantica que arrancou o tecido corporal dos kobolds caídos e cobriu suas feridas, restaurando-o a saúde original. E para complementar, os Kobolds caídos, agora se levantavam como esqueletos mortos-vivos de Kobolds.
Apesar de toda a preocupação do grupo com Divah, que gritava dentro do orbe, como se sua pele queimasse, Sheila decidiu executar as ordens de Astalagan, e libertou Aidron. Enquanto isso, Astalagan teve sua vida drenada, tendo o peito necrosado no processo, e caiu morto no mar.
Com a queda de Astalagan, a libertação de Aidron e a fuga de Lenniton, os aventureiros se voltaram para Fazfaísca, que demonstrava revolta com a fuga de Lenniton antes do fim do ritual, que agora estava interrompido. Diante disso, o orbe explodiu em luz, libertando Divah, que aparentava reluzir, como se tivesse sido banhada à óleo, e segurando uma maça mágica, a Maça Abençoada de Astalagan. Um presente à clériga de Bahamut, que canalizou parte do poder de Astalagan.
Mesmo com auxílio dos kobolds e dos kobolds esqueletos, Fazfaísca teve sua vida ceifada pelas mãos espectrais de Diana. E após a morte do draconato azul, os kobolds esqueletos desmontaram voltando para o mundo dos mortos e os poucos kobolds ainda vivos ficaram receosos de continuar lutando. Quando Divah chegou toda ameaçadora, exigindo que escolhessem entre servir Bahamut ou terem suas vidas retiradas em nome dele, eles se renderam, afirmando que foram obrigados à fazer tudo aquilo.
Enquanto o grupo se dividia entre revistar o corpo de Fazfaísca, revistar os kobolds sobrevivente, e deram uma busca no observatório atrás de informações novas, Divah se aproximou de Aidron e conversou com ele, descobrindo como tudo ocorrera e que Astalagan era avô dele.
Após revistar o corpo de Fazfaísca, acharam as páginas rasgadas do Tomo do Dragão e uma carta, que parecia ser do Culto do Dragão, assinada por alguém intitulado como Rezmir. Nesta carta, ela orientava Fazfaísca à ir até a Ilha da Tempestade, cativasse o dragão que lá habitava (Aidron), usasse o tomo que havia na ilha, realizasse o ritual até a penúltima etapa, quando transformaria um dragão filhote ou jovem em um dragão ancião, não realizando o processo de transformação em Dracolich.
Decidiram então retornar ao Repouso do Dragão e informar Runara dos acontecimentos. Ela lamentou a morte de Astalagan, mas ficou grata pelo resgate de Aidron e encerrarem o ritual. Informou que aquele ritual que interromperam, era realizado com dragões filhotes ou jovens, para envelhecê-los para adultos ou anciões, pois o processo de transformação em Dracolich não era suportado por filhotes e jovens. Porém, pelo que ela saiba, nunca um filhote ou jovem conseguira sobreviver à transformação em Dracolich, mesmo depois de envelhecidos. Com a ressalva de não saber se interromper aquele ritual para depois realizar outro ritual daria certo. Convidou os aventureiros à descançar e recuperar as forças, e no dia seguinte iriam voltar às ruínas do observatório para realizar uma elegia em homenagem à Astalagan.
No dia seguinte, com todos os habitantes do Repouso do Dragão reunidos nas ruínas, trazendo flores e velas acesas, Runara se adiantou e começou a recitar a Elegia para o Primeiro Mundo:
Após a chegada em Baldur's Gate, encerramos à sessão para realizarem compras na cidade e vendas de equipamentos que não pretendem usar, além dos tesouros que encontraram na ilha.









