terça-feira, 17 de setembro de 2024

Sessão 10: Ninho Verde em Chamas

 Na manhã seguinte, em Beregost, ao se prepararem para sair da estalagem Feixe Vermelho, foram abordados pela guarda de Beregost, junto ao responsável pela guarda local, que se identificou como Frank. Agradeceu pela captura do malfeitor Luc, questionou para onde iriam, pois chegavam pessoas vindas da nação de Amn relatando saques e destruições de pequenas vilas. Porém ao saber que iriam à Ninho Verde, apenas informou como poderiam chegar lá com mais segurança, seguindo a estrada em direção à Amn, e pegando a trilha que levaria aos Campos Verdejantes, onde chegariam à Ninho Verde em 3 à 4 dias. Após agradecerem, seguiram viagem conforme o indicado.

 Antes de sairem, Hank se comunicou com os pangarés, solicitando que nesta viagem, se os pangarés percebessem algum risco indicassem de alguma forma. Seguindo viajem pela estrada em direção à Amn, repararam que haviam fumaças espaçadas por trás das montranhas que delimitam a nação de Amn. Chegando à trilha que levá-los-ia aos Campos Verdejantes, os pangarés recusaram seguir pela trilha, indicando que deveriam seguir pela estrada. Diante disso, Hank desceu e ficou tentando se comunicar novamente com os pangarés para entender a recusa.

 Durante a espera por Hank, se aproximaram deles um grupo de viajantes (em sua maioria de velhos, mas com algumas crianças), puxando carroças com panelas e alguns poucos pertences. Ao serem indagados sobre para onde iam e da onde vinham, informaram estarem fugindo de Amn, pois muitas pequenas vilas estavam sofrendo saques de grandes grupos de bandidos, juntos à Kobolds, que destruíam, matavam, roubavam e escravizavam os mais jovens, sempre em pequenas vilas.

 Tinham decidido fugir de Amn, buscando proteção em Baldur's Gate ou no Forte da Vela, porém nada tinham em valores. Erik logo quis ir para a nação de Amn investigar o que estava ocorrendo, porém os demais estavam receosos de encararem algo muito grandioso para eles. Barbs ficou com pena dos viajantes e propôs aos amigos que ajudassem com algumas peças de ouro, o que foi acolhido por todos. Ratearam entre si 14 moedas de ouro e deram ao grupo de viajantes, que agradeceu muito a ajuda, com lágrimas nos olhos, e desejaram que Lathander ilumine seus caminhos.

 Após a partida do grupo, Hank terminara de conversar com os pangarés, e descobriu que eles estavam receosos de entrar na trilha unicamente por não ser uma estrada, mas que aceitavam seguir viagem pelo caminho que quisessem. Pouco depois, Diana, Divah, Sheila e Barbs repararam que os pangarés andavam um pouco mais lento na trilha, uma vez que não tinham ferraduras e pisavam com seus cascos com mais cuidado, evitando pedras ou espinhos.

 No segundo dia de viagem, no meio do dia, cruzaram pelo caminho com velho senhor, trajando um chapéu vermelho e com cabelos e barbas longos e grisalhos, vindo de fora da trilha que seguiam.

 Após cumprimentá-lo, perguntaram onde ia e qual era seu nome. O senhor respondeu ser Elminster e que viajava para o Forte de Vela. Presto lembrou que já ouvira esse nome em estudos sobre magia, que era de um velho mago muito poderoso, séculos atrás. Divah também reconhecia o nome, era o nome do escolhido de Mystra, deusa da magia, como protetor de Faêrun. 

 Ao indagarem se ele era o escolhido de Mystra, Elminster confirmou. Perguntaram se ele se juntaria à eles na viagem, porém Elminster informou que estava em uma viagem importante, mas que poderiam encontrá-lo mais facilmente no Forte de Vela ou no Vau da Adaga. Perguntaram à ele se tinha conhecimento do Culto do Dragão e onde poderiam encontrá-los. Elminster perguntou o por quê procuravam o Culto do Dragão, se queriam se juntar à eles, algo que logo foi rechaçado pelo grupo. Elminster contou que o Culto do Dragão estava espalhado por Faêrun, mas que suas atividades vinham mudando recentemente, e contou aos aventureiros que o Culto foi formado por um antigo companheiro dele que sentira-se traído por Mystra, seu nome era Samaster, e que ele havia escrito o livro Tomo do Dragão.

 Presto e seus amigos se entreolharam, pois tinham segurado um cópia do Tomo do Dragão na Ilha da Tempestade, porém Runara decidira destruí-lo. Perguntaram se Elminster conhecia um tal de Dhalsim, pois estavam a serviço dele na busca por informações do Culto do Dragão. Elminster disse que o nome não lhe era estranho, pois acreditava que poderia ter ouvido falar dele no grupo de monges de Leosin (que tinham o costume de utilizarem o sufixo IN ou IM no final de seus nomes, como Leosin, Zezin, Nesin, Dhalsim, etc). Após agradecerem, Elminster desejou sorte aos aventureiros em sua missão, e pediu que cumprimentassem Leosin, caso encontrassem com ele, e seguiu viagem cruzando a trilha.

 No terceiro dia, antes do meio-dia, encontraram uma carroça tombada, com dois corpos carbonizados próximos. Após um período de investigação, concluíram que tinha ocorrido um ataque de flechas, seguido do saque da carroça e que as vítimas ainda vivas foram cremadas com a utilização de um líquido inflamável, umas 36 horas antes. Não encontraram rastros de quem possa ter atacado os carroceiros, mas concluíram que não estavam mais por lá, ou então eles não eram atraentes para outro ataque. Divah rezou à Bahamut, para que os recebesse no pós vida.

 Mais próximo ao crepúsculo, os aventureiros cruzaram com um velho gnomo, que os fez lembrar do Mestre dos Magos, que puxava uma pequena carroça. O velho gnomo acenou para eles e se aproximou, apresentou-se (chamava-se Middle), perguntou se tinham água e comida, pois tinha fome e sede. Após compartilharem com ele os pedidos, ele informou estar viajando para Baldur's Gate e que era inventor. Barbs interessada lhe perguntou o que ele inventara, o gnomo satisfeito com o interesse mostrou tudo que tinha inventado, Barbs o ajudou a dar os nomes para os inventos, pois eram bem similares com alguns objetos de seu mundo, como: boné, relógio de sol portátil, e outras quinquilharias. Depois perguntou se poderia passar a noite com eles, pois tinha receio de ficar desprotegido nos ermos, e eles pareciam boas almas, e de fato aceitaram sua companhia na pernoite, muito feliz, Middle deu à Hank um boné, dizendo que lançaria moda em Baldur's Gate com aquilo.

 No quarto dia, após se despedirem de Middle e seguirem viagem, entraram nos Campos Verdejantes e se aproximaram de Ninho Verde. Divah tinha saído de Ninho Verde há muito tempo, mas a vila parecia a mesma de longe.

A pacata vila de Ninho Verde

 Ao entrarem em Ninho Verde, vários moradores reconheceram Divah e se aproximavam para conversar com ela, sempre perguntando como estava em Baldur's Gate, que tinha crescido muito, sobre o que a trazia à vila, e que os pais dela ficariam orgulhos e felizes em vê-la. Atravessar a pequena cidade foi um trabalho lento, pois a chegada de Divah tinha virado a novidade da cidade. Informaram-na que o Serjão (antigo amigo travesso dela) tinha virado um dos responsáveis pela pequena guarda da cidade, além de outras fofocas. Divah aproveitou para perguntar de Dhalsim, e informaram que ele havia chegado em Ninho Verde tinha uns dois anos e que ainda se hospedava na praça das estalagens da vila, atualmente na estalagem Porco Espinhento.

 Como a estalagem ficava no caminho para a casa de seus pais, decidiram passar por lá antes. Ao adentrarem a estalagem, o estalajadeiro reconheceu Divah e lhe comprimentou e perguntou tudo que lhe fora perguntado pelo povo de Ninho Verde até chegar ali. Após isso, Divah lhe perguntou sobre Dhalsim, e o estalajadeiro informou que ele voltara à cidade há alguns dias, mas que não estava lá naquele momento. Perguntou se ela iria à casa dos pais dela, e com a afirmativa disse que assim que ele chegasse, mandaria o seu garoto de recados lhe informar. Então partiram para a casa dos pais de Divah. 

 Ao chegarem foram muito bem recebidos, e Divah foi recebida com muito carinho e abraços, seus pais estavam curiosos pelas suas histórias e pelas razões de sua visita. Serviram à todos um lanche simples, porém farto, e ofereceu à todos o abrigo durante as noites que precisassem passar em Ninho Verde. Após uma tarde de conversas, o garoto de recados do Porco Espinhento bateu à porta e informou que Dhalsim estava no bar da estalagem à espera deles.

 No bar, sentaram-se com Dhalsim e informaram à ele tudo que descobriram na Ilha da Tempestade, o Tomo do Dragão encontrado, o ritual que interromperam (evitando que o Dragão Azul Filhote torna-se um Dragão Azul Ancião, com o envelhecimento interrompido enquanto estava no tamanho adulto), o cultista que lá encontraram e a carta assinada por Rezmir. Ao citarem Rezmir, Dhalsim mostrou-se preocupado e disse que essa draconata negra era uma criatura que estava nas mais altas patentes do Culto do Dragão, e que qualquer coisa que ela estivesse envolvida era muito ruim. Durante o avançar da conversa, os aventureiros perceberam um certo reboliço na cidade, mas nada que tivesse chamado à atenção para fora da conversa que tinham com Dhalsim, até que o chão começara a tremer e o teto à cair. Todos perderam a consciência momentaneamente.

 Divah acordou primeiro, e viu que o bar da estalagem havia desabado em cima deles, porém sem ferí-los. Percebeu um cheiro de fumaça, e viu Dhalsim acordando. Logo levantaram todos e tiraram os poucos escombros que cairam em cima deles todos. Na saída da estalagem, viram o estalajadeiro lamentando o ocorrido e sem saber o que causou.

 Ao saírem nas ruas da cidade, viram que ela estava em chamas, com pessoas correndo para todo o lado, gritos e desespero envolta de todos, e perceberam alguns grupos de humanos e kobolds atacando as pessoas e as construções com tochas, incendiando tudo. Com um grupo se aproximando deles.

 Dhalsim se dirige à eles, pedindo que salvem as pessoas da cidade, partindo em seguida para cima dos malfeitores que se aproximavam. Divah repara que no meio do povo de Ninho Verde, um guarda da cidade grita para que todos corram para o forte da cidade, e reconhece-o como Serjão (seu antigo amigo travesso), porém assim como seus demais amigos, decidem partir para cima dos malfeitores que se aproximavam. Barbs correndo em fúria para cima deles, Diana dando piruetas acrobáticas para atacar os bandidos, Hank atirando suas flechas e saraivadas de espinho, Presto usando seu chapéu para atirar seus mísseis mágicos, Divah conjurando sua arma espiritual para auxiliá-la no ataque, Erik correndo em direção aos bandidos e Sheila atirando suas setas precisas, enfraqueceram o grupo de bandidos que se aproximavam, porém Dhalsim tomou a frente deles, com suas mãos já em chamas, e ao juntá-las à sua frente soprou um cone de fogo sobre os bandidos, ceifando a maioria das vidas deles. Após isso, virou-se mais uma vez aos aventureiros e gritou: "Salvem as pessoas! Eu tomo conta disso!"

 Ao verem que Dhalsim não parecia precisar de ajuda, viraram-se para Serjão, que reconhecera Divah e já clamava pela sua ajuda para levar as pessoas para o forte, então seguiram para o forte, juntando o máximo de pessoas que pudessem levar. Após um ou duas esquinas, ouviram que algo voava por cima deles, e ao virarem para ver o que passava por ali, observaram o abdômen de um Dragão Azul Adulto voando por cima deles, e em seguida soltando uma baforada de raio sobre casas e construções, que fizeram o chão tremer (assim entendendo o que causou a destruição do bar da estalagem).

Novamente um Dragão Azul assombra o grupo e ataca Ninho Verde.

 Neste momento encerramos a nossa sessão.

terça-feira, 10 de setembro de 2024

Sessão 09: À caminho de Beregost

 Em Baldur's Gate, eles logo percebem que a cidade está mais movimentada que o comum, e ao encontrarem com um guarda do Punho Flamejante, Hank pergunta sobre o que está havendo na cidade e qual acampamento da guarda ele poderia ir para pegar orientações e possíveis provisões para a viagem para Ninho Verde.

 O guarda lhe informa que a cidade está se preparando para um evento que celebrará o Dia do Retorno, e terá um discurso do Grão Duque de Baldur's Gate para a população, o Abdel Adrian. Também informa que o acampamento depois da ponte na Cidade de Fora é o melhor local para ele procurar para ter informações e solicitar auxílio para chegar à Ninho Verde.

 Aproveitando que o caminho até o acampamento passava pela casa onde moravam (no bairro Canção Dobrada, na Cidade de Fora) e pequeno templo de Bahamut, os aventureiros foram até fizeram uma pausa para descansar e rever se estava tudo certo no local. Em um breve cochilo, Divah sonhou com um velhinho circundado por 7 canários, que conversou com ela sobre a benção que recebera de Astalagan, se identificou - vacilantemente - como Fizban (pelo menos era o que ele achava ser seu nome), e disse que a benção de um dragão metálico sempre era acompanhada de uma missão que ainda se revelaria para ela. Despediu-se e conforme ia embora, Divah ia acordando. De imediato ela reconheceu que o velhinho com os canários lembravam muito as descrições da forma humana que Bahamut já tomara na era dos Tempos das Pertubações, e imaginou que pudesse ser um chamado de Bahamut para algo maior.

 Depois da breve parada, seguiram até a ponte sobre o rio Chionthar, a Passagem do Draco, após pagarem o pedágio na Pedra do Draco, foram recebidos no pequeno acampamento do Punho Flamejante, na saída do bairro Escrabosana, por soldados do Punho que reconheceram Hank (que já havia feito serviços para o Punho em pontos mais longínquos de Baldur's Gate), conversaram com ele, que solicitou conversar com o responsável pelo acampamento, o sargento Tobrael, que tem Hank em sua elevada estima, pelos serviços que já lhe tinha prestado. Ao conversarem, Hank e seus companheiros, informaram da viagem à Ninho Verde, negociou-se a liberação de 7 pangarés (cavalos velhos de carga) para agilizarem a viagem deles. Informou que o melhor caminho era viajarem até Beregost e de lá pegarem a trilha para os Campos Verdes, onde chegariam até Ninho Verde. Desejou boa viagem e fecharam negócio.

 A viagem até Beregost, devido as boas condições da estrada se encaminhavam para algo bem mais rápido do que esperava, reduzindo inclusive um dia de viagem. Sempre encontraram alguns viajantes à caminho de Baldur's Gate, mas não cruzaram com ninguém indo à Beregost. Em determinada altura, já no segundo dia de viagem foram abordados por um pedinte, solicitando alguma peça de cobre ou prata para poder se alimentar. Erik e Presto deram-lhe uma peça de cobre cada, e receberam os agradecimentos do pedinte que se encaminhou para o fora da estrada. Sheila e Diana desconfiaram do pedinte, até pela localização que o encontraram, a estrada passava por um corredor de pedras grandes que tampavam a visão das laterais do caminho em que seguiriam.

 Sheila então desceu do cavalo e tentou, sem chamar a atenção, ver se atrás das pedras haviam alguém acompanhando esse pedinte. Porém Presto reparou o desmontar de Sheila, e sem entender onde ela ia, chamou-a com a voz alta, fato que chamou a atenção para Sheila, que pouco conseguiu ver atrás das pedras, mas reparou alguma movimentação.

 Erik, desconfiado de tudo aquilo, chamou o pedinte para conversar com ele, porém foi ignorado pelo mesmo, que sentou-se próximo à uma pedra dizendo-se cansado. Sem paciência, Erik sacou sua espada, descendo do cavalo. Este ato fez com que o pedinte se levantasse e fosse para o meio da estrada, se afastando do grupo, porém dando a ordem a outros escondidos: "ATAQUEM!"

Eis que surgem vários bandidos escondidos nas pedras.

 Saindo de trás das pedras, vários bandidos, e seus arcos curtos e espadas curtas, atacam o grupo, enquanto o pedinte (revelando-se o líder do grupo) saca uma adaga e uma cimitarra e se prepara para contra-atacar os heróis. 

 Erik se engaja em combate com o líder do grupo, Diana cavalga até o líder, salta sobre ele e o ataca, enquanto isso Barbs, em fúria, parte para cima com seu machado de um dos bandidos que saiu de trás das pedras, e com um golpe só, parte a cabeça do bandido como um melão. Tal ato feroz, já fez os demais bandidos se entreolharem em dúvida se estava atacando o grupo certo, porém sabiam que estavam em maior número.

 Divah rogou à Bahamut, enquanto se aproximava do líder dos bandidos, para que purificasse o homem vil que os atacara, nessa hora um luz irrompe no corpo do líder, queimando-o magicamente. Presto, usando seu chapéu solta um raio reluzente que causa queimaduras no líder dos bandidos também.

 Sheila, que ficou onde estava, usa sua besta para atacar um dos bandidos que saiu de trás da pedras, e, com um mira perfeita, atravessa sua seta pelo pescoço do meliante, que cai de joelhos no chão, dando seu último grunhido antes de cair sem vida. Neste momento, alguns dos bandidos que estavam se aproximando dos aventureiros, hesitaram e começaram a recuar, porém a maioria avançava e atacava com suas flechas, porém sem causa maiores danos.

 Hank, em seu cavalo, parte para cima dos bandidos, e no meio do caminho fica de pé sobre o lombo de sua montaria e prepara seu arco para realizar um disparo, o que poderia dar certo, não fosse o caso de ter desequilibrado e caído de costas no chão, perdendo um pouco o fôlego.

 Erik e Diana seguiam lutando bravamente contra o líder do bando, que se defendia e atacava muito bem, mesmo bastante ferido. Enquanto isso Barbs se aproximou do líder dos bandidos, atacando-o com seu machado, deixando-o mais ferido ainda. Presto seguia com seu raio de bruxa, Hank, mesmo deitado fez dois ataques com seu arco. Em um deles concentrou-se em seu arco, e deu uma saraivada de flechas radiantes sobre vários bandidos, em seguida destilou seu olhar à seu alvo favorito (um dos bandidos ordináios) e atirou outra flecha radiante que acertou o peito do inimigo em cheio, ceifando sua vida.

 A cada ataque dos heróis, os bandidos percebiam que haviam se metido com o grupo errado, e começavam à fugir, até que Divah se aproxima de um dos bandidos que não havia se retirado, e ataca com sua maça mágica em sua cabeça, virando-a ao contrário. Com esse cenário, e já em números reduzidos (devido às mortes e fugas), o líder dos bandidos solta suas armas e se ajoelha no chão pedindo clemencia. Tal ato fez com que os poucos bandidos que ainda não tinha fugido, batessem em retirada.

 Os aventureiros interrogaram o líder dos bandidos e o revistaram, descobriram seu nome (Luc), de onde vinha (da nação de Amn), que roubava para poder comer, e em meio à seus pertences tinha, além da adaga e cimitarra, uma quantia e moedas de cobre, prata e ouro que totalizavam por volta de 30 peças de ouro em valores. Debateram o que deveria fazer com ele, com Barbs propondo amarrá-lo em uma árvore, já Erik era favorável a não deixá-lo para trás com vida, e Sheila propondo levarem ele preso e desacordado até Beregost e entregá-lo às autoridades locais. E assim o fizeram, nos termo de Sheila.

 Seguiram até Beregost, com Luc amarrado e desacordado em um dos cavalos. Lá procuraram as autoridades (ligados à ordem clerical de Lathander, o senhor da manhã) e o entregaram informando o ocorrido, descobriram que havia uma recompensa pela prisão de Luc, e receberam 50 peças de ouro. Se informaram onde poderiam passar à noite e foram até a pousada Feixe Vermelho, onde alugaram quartos com direito a refeições, para passarem à noite.

 Encerramos à sessão neste momento.

Sessões 14 e 15: Tocaia no Moinho e a Invasão do Forte

 Já dentro do templo, os moradores ali refugiados do ataque gritaram em pânico, pois acharam que os invasores eram os saqueadores e não os a...